Como devemos chamar o aluno egresso de saúde coletiva? E como devemos entender os pós graduados em saúde coletiva? E o sanitarista? Qual a característica da atenção, onde há profissionais com conhecimentos específicos e com afinação de saúde coletiva trabalhando concomitantemente com profissionais egressos de bacharelado em saúde coletiva?
Essas questões causam turbulentas discussões entremeadas nos conhecimentos de práxis sanitaristas; aí que podemos notificar a questão chave: há o medo da abertura de campo de trabalho para que outros profissionais disputem com egressos! A mudança do termo sanitarista para o termo Bacharel em saúde coletiva diminui a concorrência, e jaz um fortalecimento nas profissões da saúde, nas quais, há um grande contigente de enfermeiros, médicos e fisioterapeutas, por exemplo, que ocupam funções de "sanitaristas de formação", enfraquecendo os postos da assistência.
Na sala de aula, muitos dos futuros "sanitaristas", estremecem com medo de não poderem serem inseridos no "mercado de trabalho"... saúde não se mercantiliza! (Negociação injusta, uso de poder científico, etc.) e satisfaço os conhecimentos de Políticas, Gestão/planejamento, movimentos sociais e etc, quando articulo com agentes diferentes do sistemas de saúde e recebo respostas positivas sobre os conhecimentos aplicados, em redes de debate, arenas de discussão, perguntas e eventos, etc....



