quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Politicando, articulando, gestando e costurando!

Há uma problemática na conceituação do núcleo sanitarista, entre estudantes e pós graduados, pois a formação bacharel é recente. Nem por isso se perde a vontade e necessidade da inserção do conhecimento de saúde coletiva na saúde pública. Precavee-se a subutilizados de tais conhecimentos num sistema rico e complexo como o SUS.
Como devemos chamar o aluno egresso de saúde coletiva? E como devemos entender os pós graduados em saúde coletiva? E o sanitarista? Qual a característica da atenção, onde há profissionais com conhecimentos específicos e com afinação de saúde coletiva trabalhando concomitantemente com profissionais egressos de bacharelado em saúde coletiva?
Essas questões causam turbulentas discussões entremeadas nos conhecimentos de práxis sanitaristas; aí que podemos notificar a questão chave: há o medo da abertura de campo de trabalho para que outros profissionais disputem com egressos! A mudança do termo sanitarista para o termo Bacharel em saúde coletiva diminui a concorrência, e jaz um fortalecimento nas profissões da saúde, nas quais, há um grande contigente de enfermeiros, médicos e fisioterapeutas, por exemplo, que ocupam funções de "sanitaristas de formação", enfraquecendo os postos da assistência.

Na sala de aula, muitos dos futuros "sanitaristas", estremecem com medo de não poderem serem inseridos no "mercado de trabalho"... saúde não se mercantiliza! (Negociação injusta, uso de poder científico, etc.) e satisfaço os conhecimentos de Políticas, Gestão/planejamento, movimentos sociais e etc, quando articulo com agentes diferentes do sistemas de saúde e recebo respostas positivas sobre os conhecimentos aplicados, em redes de debate, arenas de discussão, perguntas e eventos, etc....

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Parto Humanizado - Rede Cegonha

"... A tecnologia não vêm sendo usada em benefício da mulher, mas sim dos profissionais!"

Vêmos diferentes instituições utilizando dados de maneira errada, e para mantenimento do mercado cirúrgico do nascimento, fazendo "gato e sapato" das evidências! Equipes fazem vidências/achismos e socam cesárea à "torto e direito".
 Com desculpa de que o parto estará em tempo de risco, os profissionais marcam na sexta-feira - arriscando durante final de semana - a cesárea para segunda-feira pela manhã! E dai?! Quem regula tal patifaria?!
Mas o ponto contra é que a medicina tecnológica mercadologica anestésica, utiliza as VIDÊNCIAS para combater a tal humanização, alegando que tal, seria a ida pra meio da floresta, próximo à cursos d'água e sob lua cheia, seja o local ideal propagado pela frente humanizadora!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Arte

Materialização das emoções! 
Técnica de fugir da realidade, ou, para que esta não nos destrua. 
Ato de arruinar a moral, eticamente, ou vice versa. 
Não manter as aparências!
Fanfarra de sentimentos e imprevisão de consequencias.

A arte está para poucos assim como a boa-vida nascente está para poucoquissimos.

A arte acompanha a evolução humana desde tempos irreconhecíveis, e é por ela que a história foi construída, seja com pinturas rupestres, seja com sinfonias e construção de instrumentos de diferentes origens. A arte permite dar vida à expressões barradas por complexas sistemáticas opressoras, como modo de vestir, modo de andar na vida.


terça-feira, 17 de março de 2015

4ºF

Para a adolescente que receberá alta hospitalar, cantamos uma canção, para a adolescente que se chamava Heloisa, cantamos outra canção, e quando a roda estava formada, seus participantes batiam palma enquanto outros tocavam instrumentos de percussão e somavam o coro.... O técnico de enfermagem, dois de manutenção, o médico violonista e terapeutas ocupacionais embalavam e participavam do momento mágico que era conduzido pelo tilintar do berimbau! VIVA! 

"Capoeira que é bom não cai, e se um dia ele cai, cai bem!"
Usuários da REDE de Atenção Psicossocial / SUS têm esse contato com a musicalidade africana na ala psiquiátrica do Grupo Hospitalar Conceição; um início de mudança, muito longe da humanização, mas, ainda em esperança com a implantação das comunidades terapêuticas.