A única conclusão que cheguei é que o sistema apresentado ensina aos tutores a separação e exclusão dos individuos, fazendo se perpetuar essas idéia de classes de pessoas iguais à maioria, e se formos pelo pensamento bom acreditando que o termo “especial” utilizado significa qualidade, então a afirmação inicial ficaria mais salientada ainda, pois o bom e especial garoto será beneficiado em demérito dos outros não oportunizando o contato e experiencia entre os alunos.
Se as profissões se dividirem e abraçarem afazeres específicos, há chance de existirem lacunas onde ninguem se encarregará, por ser trabalho de nenhum. Acabando a inter e transdisciplinariedade.
domingo, 1 de dezembro de 2013
EU NELE E ELE EM MIM! (primeiro semestre)
Estive acomodado nos estudos e agora recomeço meio cansado, por causa do trabalho e dos trabalhos extras que insisto em abraçar, mas estou feliz. Estes dias, ao ver uma das crianças da creche próxima da escola de enfermagem rolando no chão, como na propaganda de sabão em pó, fiquei com inveja da falta de compromisso e da liberdade de expressão que o menino possuía. Houve tempos em que só me preocupava com o dinheiro do próximo dia, e agora nesse curso de graduação começo a despertar uma preocupação geral, com os costumes e com a felicidade das pessoas.
O curso de saúde coletiva, assim como o curso técnico em refrigeração e ar condicionado, o emprego num grupo hospitalar público/ federal, o conhecimento de minha companheira, a compra (endividamento) de um carro, entre tantos acontecimentos razoavelmente significativos que vêm acontecendo de tempo em tempos, não foram escolhas simples – pois acredito sim em outras vidas, esferas, dimensões... o que me atrapalha na hora dos debates em sala de aula – e práticas, foram chegando enquanto eu menos esperava. Me reconheço assim como estou, mas antes nunca imaginaria esse estado existencial, logo percebo que o meu estado poderá mudar – melhor ou pior – e eu nem imagino pra como, pra onde... eu estou deixando de valorizar tantos “ex-valores”, ultimamente!
Essa grande exaltação da Universidade Federal que as pessoas fazem têm um fundo de verdade, um fundo lógico, mas desnecessário, pois sei que já fiz tantos esforços maiores e de outras maneiras, de outros ângulos de expectativas e que o simples fato de passar no vestibular não é um grande acontecimento. O grande acontecimento é o fato de encontrar a aquarela de vida perfeita para seu caso, e essa aquarela têm pré-existência no subconsciente ou inconsciente, pois reitero que nada foi escolhido de modo prático, mas acredito que devemos ter a nossa “levada”, o nosso ritmo, a antena flexível para ver onde melhor vai sintonizar a música.
Este curso de Bacharelado de Saúde Coletiva é combatido pelas profissões tradicionais como as engenharias e a medicina que visam ao lucro (talvez?!). O engenheiro chefe, responsável pelo meu setor (refrigeração e ar condicionado) alertou a respeito desse “tal curso de gestão de saúde política / politicagem” – tadinho não sabe o nome! – dizendo que tenho o perfil de um Grande Engenheiro e é perda de tempo estar fazendo o que faço, mas eu não alimento essa discussão. Mas gostaria que ele além de ouvir, me escutasse e compreendesse que o Bacharelado em Saúde Coletiva pode sim contribuir à eficácia e eficiência de uma manutenção responsável, um comprometimento de qualidade com todo e qualquer tipo de armazenagem de insumos, remédios, alimentos, vacinas entre tantos outros materiais refrigerados que um Hospital precisa, também garantir a qualidade do ar em locais herméticos como bloco cirúrgico, unidades de tratamento intensivo, maternidades e o conforto térmico àqueles que contribuem com seus impostos – todos! Preocupo-me com tamanha audácia ou cogitar uma rede especializada de Engenharia e Manutenção Ativa para o SUS, onde deixasse de depender dos serviços casados que os fabricantes de medicamentos e tecnologias laboratoriais criam e monopolizam. Muito de engenharia e técnicas do Brasil, são exportados, desqualificando o bem estar do país.
O indivíduo não tem o acesso que deveria ter à informação deixando passar muitas oportunidades, e quando o tráfico está na porta da casa como única informação, a escolha não existe. Estudei porque tive uma escola próxima, fiz curso profissionalizante porque meus pais sabiam que poderia ganhar uma bolsa de estudos, fiz o curso técnico por estar já em uma escola profissionalizante, assim tive empregos diversos, tentando o vestibular e as provas do ENEM acabei por conhecer a Saúde Coletiva, e agora posso dizer que desejamos o que conhecemos, e sem isso nunca imaginaríamos o que escolher.O primeiro semestre do curso me esclareceu muito sobre política que é o que martelava minha atualidade; as visões antropológicas e sociológicas me surpreenderam, por não imaginar a sua serventia e por tratar do trato com as pessoas; filosofia é filosofia, bonita e provocante; a promoção mostrou que pessoas são pessoas e que cada uma tem uma maneira de acessar as informações e isso é bom e sobre as pesquisas o sentimento é de curiosidade, pois podemos pesquisar o que quisermos. O curso está sendo muito interessante, mais ainda quando vejo os professores preocupados em se adaptar com os alunos diversos que aparecem.
O curso de saúde coletiva, assim como o curso técnico em refrigeração e ar condicionado, o emprego num grupo hospitalar público/ federal, o conhecimento de minha companheira, a compra (endividamento) de um carro, entre tantos acontecimentos razoavelmente significativos que vêm acontecendo de tempo em tempos, não foram escolhas simples – pois acredito sim em outras vidas, esferas, dimensões... o que me atrapalha na hora dos debates em sala de aula – e práticas, foram chegando enquanto eu menos esperava. Me reconheço assim como estou, mas antes nunca imaginaria esse estado existencial, logo percebo que o meu estado poderá mudar – melhor ou pior – e eu nem imagino pra como, pra onde... eu estou deixando de valorizar tantos “ex-valores”, ultimamente!
Essa grande exaltação da Universidade Federal que as pessoas fazem têm um fundo de verdade, um fundo lógico, mas desnecessário, pois sei que já fiz tantos esforços maiores e de outras maneiras, de outros ângulos de expectativas e que o simples fato de passar no vestibular não é um grande acontecimento. O grande acontecimento é o fato de encontrar a aquarela de vida perfeita para seu caso, e essa aquarela têm pré-existência no subconsciente ou inconsciente, pois reitero que nada foi escolhido de modo prático, mas acredito que devemos ter a nossa “levada”, o nosso ritmo, a antena flexível para ver onde melhor vai sintonizar a música.
Este curso de Bacharelado de Saúde Coletiva é combatido pelas profissões tradicionais como as engenharias e a medicina que visam ao lucro (talvez?!). O engenheiro chefe, responsável pelo meu setor (refrigeração e ar condicionado) alertou a respeito desse “tal curso de gestão de saúde política / politicagem” – tadinho não sabe o nome! – dizendo que tenho o perfil de um Grande Engenheiro e é perda de tempo estar fazendo o que faço, mas eu não alimento essa discussão. Mas gostaria que ele além de ouvir, me escutasse e compreendesse que o Bacharelado em Saúde Coletiva pode sim contribuir à eficácia e eficiência de uma manutenção responsável, um comprometimento de qualidade com todo e qualquer tipo de armazenagem de insumos, remédios, alimentos, vacinas entre tantos outros materiais refrigerados que um Hospital precisa, também garantir a qualidade do ar em locais herméticos como bloco cirúrgico, unidades de tratamento intensivo, maternidades e o conforto térmico àqueles que contribuem com seus impostos – todos! Preocupo-me com tamanha audácia ou cogitar uma rede especializada de Engenharia e Manutenção Ativa para o SUS, onde deixasse de depender dos serviços casados que os fabricantes de medicamentos e tecnologias laboratoriais criam e monopolizam. Muito de engenharia e técnicas do Brasil, são exportados, desqualificando o bem estar do país.
O indivíduo não tem o acesso que deveria ter à informação deixando passar muitas oportunidades, e quando o tráfico está na porta da casa como única informação, a escolha não existe. Estudei porque tive uma escola próxima, fiz curso profissionalizante porque meus pais sabiam que poderia ganhar uma bolsa de estudos, fiz o curso técnico por estar já em uma escola profissionalizante, assim tive empregos diversos, tentando o vestibular e as provas do ENEM acabei por conhecer a Saúde Coletiva, e agora posso dizer que desejamos o que conhecemos, e sem isso nunca imaginaríamos o que escolher.O primeiro semestre do curso me esclareceu muito sobre política que é o que martelava minha atualidade; as visões antropológicas e sociológicas me surpreenderam, por não imaginar a sua serventia e por tratar do trato com as pessoas; filosofia é filosofia, bonita e provocante; a promoção mostrou que pessoas são pessoas e que cada uma tem uma maneira de acessar as informações e isso é bom e sobre as pesquisas o sentimento é de curiosidade, pois podemos pesquisar o que quisermos. O curso está sendo muito interessante, mais ainda quando vejo os professores preocupados em se adaptar com os alunos diversos que aparecem.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
MATÉRIAS EXCLUSIVAS PARA CLASSE MÉDIA
O Dr Carlos Corrêa do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre em matéria do Zero Hora, afirma que quem tende a ter doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial sistêmica, entre outras, deve:
O Dr Carlos Corrêa do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre em matéria do Zero Hora, afirma que quem tende a ter doenças crônicas como diabetes, hipertensão arterial sistêmica, entre outras, deve:
Restringir o sal;
Praticar exercícios físicos;
Controlar a obesidade e o estresse.
Claro que os moradores da Vila, do Gueto, do Beco etc, só terão acesso à este veículo de mídia, quando encontrarem algum pelo chão ou na busca de materiais recicláveis. E se encontrarem, talvez nem lêem, se lerem não entenderam bulhavas sobre hipertensão arterial sistêmica, tendências genéticas etc.
A fatia de mercado, aquela com mais cobertura e recheio foi devidamente separada na fala onde afirma que o estilo de vida (classe média alta) deve ser adotado sorte orientação médica, o que nos mostra a ignorância em citar processo continuo de educação na saúde!
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Debate!
Agradeço à turma 02/2013 Bacharelado em Saúde Coletiva por compor um debate acirrado sobre escolha de um problema entre cinco outros, e agradeço também aos indignados com esta discussão de "faz de contas", pois, a sala de aula é um local maravilhoso pois têm a proteção da aula. Acredito que no cotidiano a vontade de xingar, chorar, esbofetear os adversários será reprimida pelos bons modos, pela ética e moralidade, ainda quando projetos são realizados com gastos financeiros e de tempo. A professora Lisiane dá risadas de conquista ao deparar-se com essa turma enraivecida com o calor da discussão! ELA ALMEJAVA ESTE BATE BOCA! (Ótima aula!)
Promoção e vigilância.
Acabamos de iniciar as discussões sobre o trabalho final do semestre de Saúde, Sociedade e Humanidades I, o qual será construída uma política para resolução de um problema da saúde. Fui ousado em escolher (inicialmente) um tema abrangente: qualificar as redes de informação e comunicação da saúde.
O pensamento atrai! Hoje descobri um aplicativo para telefone, onde, os cidadãos podem registrar imagens e enviar para o órgão responsável pela administração pública; uma ouvidoria digital poderíamos chamar.
O aplicativo URBOTIP faz o canal de comunicação escrita e visual dos cidadãos com os gestores. Simples e fácil.
Lembro da fala da professora ao me dizer que "ferramentas nós temos, o difícil e fazer utilizáveis!", e da doutoranda "que a idéia pode criar mais uma ferramenta em desuso".
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Políticas públicas... Onde atuar?
Minha cidade é considerada "cidade dormitório", e quando acontece algo, é surpreendente para mim. Veja:
A nova gestão municipal, em comparação, está desenvolvendo um valor redistributivo, porém, com esta fase de protestos e inquietações, uma falha no contrato de coleta de lixo gerou protesto. Muito difícil dirigir um município, deve ser?! Todos os cantos da sociedade necessitam de ANALISTAS DE POLÍTICAS.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Estudo Antropológico - Acampamento Farroupilha
Ao perguntarmos - Mallu e eu - a opinião do "garí" André, sobre o evento "Acampamento Farroupilha", ele respondeu que "a comemoração da história deste povo estava acontecendo, e que cada pessoa naquele momento que passava por ali, tinha uma história, que não conhecíamos e teríamos que considerar a opinião de cada uma, mas no momento aquela cultura permitia todos conviverem sem se conhecerem (EDUCAÇÃO DIALÓGICA - Paulo Freire).
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Atores.
Definindo os atores de uma política, posso exemplificar: após o início do rebuliço que o "mais médicos" causou, o Conselho Regional de Odontologia - esse seria um dos ATORES - sugeriu a inserção de dentistas na REDE da saúde, especificamente na equipe de saúde da família.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Promoção da saúde no setor
::: Equipe 100% masculina no setor em que trabalho; aproveitei pra fazer PROMOÇÃO DE SAÚDE para este público, que na maioria das vezes se considera de "corpo fechado". - não adoece!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Alteridade
As vezes me sinto incapaz de ajudar.
Estudar saúde coletiva, com sua antropologia, alteridade, cultura e tudo mais é fácil! Posso me encostar em um colega que têm tempo para elaborar os trabalhos, daí eu apresento. Simples!
Vejo a minha cidade, entre dezenas de outras, alagada, com muitas famílias desamparadas. Mas a vontade nao me falta de largar tudo arregaçar as mangas (e calças) e ajudar... assistencialismo, talvez!
Ao passar pelos corredores do GHC vejo caixas de arrecadação de agasalhos e calçados, um colega me dá um "tapa" na cara ao, caladamente, dobrar e organizar as doações, guardando em sacolas. Ele não fala, mas eu sei que essa não é a função dele na instituição.
O trabalho e suas demandas, os estudos, a família e os próximos, todos com seus afazeres, também me dizem que que não preciso fazer nada pelos necessitados. ALTERIDADE!
"O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença".
E as horas passam e a tal ALTERIDADE vai água à baixo!
Me pergunto: quantos sanitaristas exercerão a função? Se eu, que em outros tempos, me preocupava muito mais e agia, com 14 anos de idade, enquanto fora escoteiro!
... Um incapaz!
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
A política da desconstrução da idéia de política
Ia como a maioria, dizendo que política, político não presta, é ladrão lalau! Minha entrada no GHC e logo no curso de Saúde Coletiva, me fizeram mudar esse discurso! Obrigado!
SUS e a temperatura.
::: Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde indicam que mais de 45% das doenças transmitidas por alimento ocorrem nas residências. A principal forma de contaminação desses produtos dentro do lar dos brasileiros está relacionada ao manuseio incorreto e a conservação inadequada de alimentos.
Para evitar esse tipo de doença, responsável por cerca de 670 surtos com 13 mil doentes todo ano, a população precisa estar atenta a cuidados de higiene e a temperatura de armazenagem dos alimentos.
[http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/141009.htm]
::: Além dos alimentos, os medicamentos também devem estar em temperatura adequada, além de laboratórios e farmácias, os quais devem manter e apresentar à ANVISA o laudo de limpeza periódica dos equipamenos de Climatização e Refrigeração.
::: A ANVISA (agência nacional de vigilância sanitária) pertence ao SUS (sistema único de saúde).
:::Expectativas.
::: Como diria um dia, ou talvez ainda diga, um instrutor de oficina de teatro: "PESSOAS! PESSOAS! Atenção"!...
::: Pessoas! Atenção! Eu criei a expectativa de que este, como todos os outros meios de registro, para não chamá-lo de Blog, servirá como um exercício continuo de revivamento do passado (o passado e o futuro não existem, existem energias que se agrupam ou transformam algo que chamamos de memória).
VOCÊ É UM BAITA IGNORANTE DESQUALIFICADO QUE ACHA QUE SABE MAIS QUE OS OUTROS!!!!!
Pronto, xinguei!
E se você teve a ousadia ou insistência de continuar, eu convido a aceitar a idéia de que "SEI QUE, NADA SEI!"
Me acompanhe e verás o que este curso de políticas e análise de sist..... ah!
BACHARELADO EM SAÚDE COLETIVA poderá nos ensinar...
boa sorte!
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