terça-feira, 17 de março de 2015

4ºF

Para a adolescente que receberá alta hospitalar, cantamos uma canção, para a adolescente que se chamava Heloisa, cantamos outra canção, e quando a roda estava formada, seus participantes batiam palma enquanto outros tocavam instrumentos de percussão e somavam o coro.... O técnico de enfermagem, dois de manutenção, o médico violonista e terapeutas ocupacionais embalavam e participavam do momento mágico que era conduzido pelo tilintar do berimbau! VIVA! 

"Capoeira que é bom não cai, e se um dia ele cai, cai bem!"
Usuários da REDE de Atenção Psicossocial / SUS têm esse contato com a musicalidade africana na ala psiquiátrica do Grupo Hospitalar Conceição; um início de mudança, muito longe da humanização, mas, ainda em esperança com a implantação das comunidades terapêuticas.